terça-feira, 28 de agosto de 2012

O mimimi nosso de cada dia


"Três amigos alugaram três barcos para navegar por um rio. De repente, viram que as águas corriam cada vez mais depressa em direção a uma imensa cachoeira. O primeiro se levantou enfurecido e começou a praguejar contra quem tinha alugado os barcos por não ter avisado sobre o perigo. O segundo, vendo a inevitabilidade do desastre, deprimiu-se e começou a se queixar da vida, do seu azar, da sua incapacidade e fraqueza para mudar uma situação. O terceiro tomou uma iniciativa e remou o mais rápido que conseguiu para a margem. Foi o único que se salvou".

Retirado da revista Vida Simples de agosto/2012.


As pessoas ultimamente estão muito "reclamonas". Em qualquer lugar que vamos, sempre vemos pessoas a reclamar e reclamar. Vemos isso acontecendo principalmente em redes sociais. Claro que temos o direito de nos manifestar, de reclamar por mudanças. A questão é que o mimimi virou moda.

Diariamente escuto infinitas reclamações no meu trabalho. Até eu entrei nessa de reclamar. Acho que isso é contagioso, como se para estarmos incluídos em um meio social temos que agir da mesma forma que os outros agem.

Nesta semana estamos tendo correição na vara em que trabalho e hoje eu realmente fiquei estressada. Eu não tenho o costume de reclamar muito das coisas, mas percebi que estava demais quando chamaram a minha atenção para isso.

Isso me pôs a pensar o dia inteiro. Eu sempre falo que não gosto de reclamações, que isso é chato e tal, e como eu estou agindo desta forma? Isso não é incoerente? Cadê a história do equilíbrio?

Sempre vemos as pessoas reclamando, mas poucas são as que tem alguma sugestão de mudança. Ainda que as sugestões não sejam boas, é importante pensarmos nelas, pois o maior erro das pessoas é permanecer de braços cruzados.

Além disso, as pessoas estão constantemente insatisfeitas umas com as outras pessoas. Sempre exigimos demais dos outros, sem saber qual a real situação de cada um. Criamos expectativas, nos iludimos, depois nos frustramos e colocamos a culpa no outro.

O fato é que não queremos tomar a responsabilidade por nossas atitudes e por isso culpamos os demais. Flexibilidade é uma característica fundamental em qualquer relação, até (e principalmente) na que temos conosco.

As coisas nem sempre saem da forma como queremos, e por isso devemos deixar o orgulho de lado e tentar controlar menos a vida. O que nos faz progredir é a forma como lidamos com as situações. Sempre temos, no mínimo, duas escolhas: não fazer nada e ficar reclamando, ou então decidir mudar a situação e fazer alguma coisa a respeito. O que não dá é simplesmente ficar de mimimi, incomodando a todos que se encontram ao nosso redor, sem um mínimo de atitude.

Sei que não é nada fácil mudar quando algo já se tornou um padrão de comportamento, mas o simples fato de ter a consciência de que estamos agindo de uma forma inadequada já é um progresso notável. A partir dessa percepção é que devemos nos esforçar para mudar. Ninguém muda do dia para a noite, mas se nunca começarmos, ainda que seja algo imperceptível para os outros, nunca conseguiremos melhorar.

sábado, 25 de agosto de 2012

One Bite at a Time - Project #2

Project #2 - Make a debt-free plan

Nesse projeto, a Tsh orienta a fazer um plano para se livrar das dívidas. Ela não ensina como fazer a organização das dívidas, mas indica um livro para isso (aqui).

Ela fala bastante sobre a importância de não ter dívidas e em como isso é bom para simplificar a vida. Sem dívidas, você para de pagar pelo passado, começa e viver no presente e prepara-se para o futuro.

No caso dela, ela se organizou junto com o marido e ela dá algumas razões para que nos livremos das dívidas:

  • Quando a Tsh e seu marido resolveram quitar as dívidas, eles passaram a se comunicar melhor. Isso porque conversando sobre finanças, puderam conversar sobre muitas outras coisas, aprofundando o relacionamento.
  • Como queriam realmente se livrar das dívidas, todas coisas que desejavam ter perderam o brilho. Assim, eles focaram naquilo que realmente importava.
  • Com isso, eles conseguiram adquirir esperança financeira, pois o buraco das dívidas parecia impossível de ser tampado, mas com um planejamento financeiro eficaz, o objetivo passou a ser alcançável.
Achei muito interessante esse projeto ser justamente o número 2, pois eu estou em um dilema financeiro. Estou com muitas dívidas para pagar e estava planejando viajar nas férias. Na verdade, eu já queria ter viajado neste mês, mas em razão da pouca grana não pude.

No final do ano farei um curso de meditação. Já estou com as passagens compradas e praticamente não terei gastos, pois ficarei no ashram. No entanto, me sobram dez dias de férias em que eu estava pensando em viajar para outro lugar. Acho que não farei mais isso, para poder ficar mais tranquila com as minhas contas, já que qualquer viagem de lazer não custa menos que três mil reais. Com três mil reais consigo pagar algumas contas, né.

Outra coisa a se pensar: consumismo. Eu já fui MUITO consumista. Já fui a louca das promoções. Se eu via alguma coisa na promoção ou o lançamento de alguma coisa, eu corria para a loja, fazia todo tipo de malabarismo financeiro e comprava o que queria. Quando destralhei meu guarda-roupa, ele quase ficou vazio, por ter tirado tantas peças que não usava. Hoje eu consigo andar por todo o shopping, em época de liquidação e com dinheiro no bolso sem gastar nada. Uma vitória e tanto para mim hehehe.

Para finalizar, um trecho do texto da Tsh:
"Everything around us screams that we needed the latest, the greatest, the smallest, the shiniest. And as soon as we buy the latest, it's no longer the latest - a newer and better version pops on the screen, and we're made to feel left out if we don't upgrade".

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mapas mentais

A princípio, eu não fazia ideia do que seriam mapas mentais. Para mim, isso era uma incógnita, até que descobri o livro do Tony Buzan (aqui) e, nossa, que diferença isso fez na minha vida!

Os mapas mentais funcionam da seguinte forma: nosso cérebro grava as informações com mais facilidade se elas possuírem destaques, tais como cores diferentes, figuras, formas, etc. Assim, para elaborar um mapa mental, devemos escolher um tema e o desenvolver através de ramificações.

O tema geralmente vai no centro da folha e as ramificações seriam os tópicos deste tema e são colocados no sentido horário. É interessante fazer usar cores diferentes para cada ramificação, pois fica melhor para memorizar.

Eu nunca tinha feito um mapa mental, mas sempre via os dos outros e achava bem legal. Na minha opinião, eu não tinha criatividade o suficiente para fazer um. Até que hoje, estudando Direito Tributário, resolvi fazer um para ver como ficava e não é que deu certo? Fiquei impressionada, pois o mapa simplesmente foi fluindo.

Esse fluxo de pensamento é chamado de brainstorming e eu já falei sobre ele no post do GTD. Em síntese, é deixar a mente trabalhar livremente, soltando todas as informações que vierem. Claro que existirão informações não tão boas, mas essa triagem somente é feita após a coleta de todas as ideias.

Esse é o meu mapa mental:


A princípio, eu estava usando como parâmetro um mapa mental do blog Entendeu Direito, mas  resolvi dar uma "personalizada" logo em seguida e saiu assim hehehe.

Vou continuar fazendo meus mapas, para me auxiliar nos estudos. Para quem está estudando é uma ótima ferramenta! E para quem se interessar, vou postar os mapas que fizer no Pinterest (aqui).

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

E quem disse que seria fácil?

Dia #1.

É, não está sendo nada fácil estudar em casa. Até agora ainda não consegui pegar no livro... Sempre acontece alguma coisa para nos atrapalhar, não é mesmo?

Para começar, esqueci minha agenda e meu caderno de anotações no meu trabalho, ou seja, sinto-me perdida com as minhas obrigações. Além disso, não levei pen drive para passar minhas aulas pro meu notebook, então estou morrendo para baixar na minha internet super lenta (até agora não consegui baixar uma aula sequer).

Aí resolvi fazer uma coisa que estava adiando há muito tempo: reiniciar a leitura do livro da Tsh (aqui). Sim! Vão voltar a sair os posts com os projetos one bite at a time!

Mas, né, o sono bateu, eu dormi, e fui acordar três horas depois. Aí fui lanchar, olhar as atualizações na internet, essas coisas. Até que resolvi escrever aqui no blog.

Vamos encarar os fatos: estou usando "desculpinhas" para não estudar. Fico postergando, postergando, até que dá meia noite e eu falo "nossa, como está tarde" e vou dormir. Por que tenho que ficar me sabotando desse jeito? Eu não quero tanto passar na prova da OAB? Como eu disse no post de ontem, vou precisar de muita disciplina. Acho que a disciplina vai ser uma provação mais difícil que a própria OAB, até.

E também não adianta ficar reclamando pelo tempo perdido. Vou me virar aqui sem aula mesmo. Vou pegar a legislação, vou pegar um resumo, vou resolver umas questões... o que eu não posso é ficar parada simplesmente sem fazer nada.

Relendo o livro da Tsh e o Projeto #1 (Eat your frog), percebo que agora o meu sapo é a minha preparação para a OAB. E limpar a caixa de areia dos gatos hehehe. Também preciso ajudar em casa e manter a arrumação do quarto.

Sei que já está um pouco tarde para o meu dia realmente começar, mas como eu dormi bastante, posso dormir de madrugada, então vou fazer o que tenho que fazer. Até mais!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Novos desafios

Hello, everybody! Já não apareço há alguns dias, mas né, eu sou uma pessoa que precisa de inspiração para escrever.

Eu finalmente consegui entrar num bom ritmo de estudo e advinha só: novas dificuldades surgiram para mudar meus planos! Num primeiro momento fiquei um tanto chateada e até preocupada, mas agora já me sinto até estimulada! Estimulada porque vejo isso como um teste, para saber se realmente estou disposta a estudar e mudar minha situação atual.

Eu costumava ficar até mais tarde no trabalho para trabalhar um pouco mais e também para estudar, mas a partir de hoje isso não será mais possível e eu me vi numa situação um tanto problemática: eu comprei aulas online para revisar para a prova da OAB e a internet da minha casa é muito lenta, então não conseguirei assisti-las.

Fico chateada pelo dinheiro investido, mas a quantia não foi muito alta e eu também já estava ficando muito cansada por ficar lá o dia inteiro. Teve dias em que eu saí do fórum às 21h! Agora vou poder voltar pra casa, comer a comidinha da mamãe, descansar um pouco e estudar, além de poder ajudar nos serviços domésticos.

Essa nova rotina também me possibilitará resolver outras pendências que eu tenho, mas que sempre deixo para depois porque não tenho como sair do trabalho. Espero, do fundo do meu coração, conseguir consertar o carro com o salário deste mês, pois já está ficando complicado não poder me locomover da forma que preciso.

Perceber que estou encarando o problema de uma forma diferente me deixa feliz, pois vejo que estou reclamando menos das coisas que acontecem. Antes eu me lamentava, lamentava e lamentava. Agora eu até fico triste, mas pouco tempo depois me sinto satisfeita com o resultado.

Nessa nova etapa precisarei de bastante disciplina, foco e determinação, porque não vai ser nada fácil encarar minha cama quando eu precisar estudar. Vamos ver como vou me sair, né?

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Quando surgem as adversidades


Ontem eu fiquei arrasada, pois decidi não viajar mais. Foi uma decisão muito difícil de ser tomada, pois eu queria mesmo viajar, mas tive que agir racionalmente.

Se eu viajasse, provavelmente teria problemas no trabalho, pois não consegui terminar tudo o que queria a tempo, e eu não quero perder novamente a minha função (pelo menos até eu equilibrar as contas).

Além disso, eu estava com pouquíssimo dinheiro para viajar, mas ficando em casa eu consigo comprar minhas passagens para fazer o concurso do TRT em Brasília e pagar minha inscrição na OAB. Por sinal, já comprei as passagens antes de fazer alguma besteira com o dinheiro.

Chorei horrores ontem e até agora acredito estar um tanto sensível a esse respeito, mas fazer o que né. Não posso simplesmente largar tudo e ir mochilar pelos Andes sem pensar nas consequências. Ou então viajar, mas ficar com a cabeça nos problemas pendentes.

Outra das minhas preocupações era com relação aos meus estudos. Desde que tive meus problemas tenebrosos do ano passado eu ainda não tinha conseguido retomar meus estudos de forma adequada e somente agora estou pegando o ritmo e praticamente tendo que aprender tudo de novo. Tenho receio de viajar e não conseguir estudar novamente depois que voltar, além de perder umas duas ou três aulas do cursinho que estou fazendo aos sábados.

Essa questão dos meus estudos me afeta bastante, porque eu sempre estudei bastante e de repente virei quase que um vegetal. Até meu raciocínio ficou limitado e só me forçando a estudar novamente foi que percebi os danos psicológicos que tive pelos acontecimentos passados.

Às vezes eu consigo lembrar de bastante coisa que estudei e inclusive repassar para alguém com quem converse, o que é animador. É a luz no fim do túnel de que eu vou conseguir retomar o meu ritmo anterior (os bons e velhos tempos!).

Pois bem. Não vou mais viajar. É um pouco estranho, porque eu estava me preparando para "parar" por quinze dias e não vou mais, o que significa que minha vida vai continuar seguindo e que as coisas pendentes podem ser resolvidas até que com uma certa antecedência.

Hoje tive um dor de cabeça daquelas durante o dia inteiro, só vindo passar agora à noite. A dor era tanta que eu sequer conseguia pensar e organizar as coisas que precisarei fazer. A boa notícia é que depois que a dor passou eu consegui fazer a coleta de tudo o que estava me incomodando e já fui processando o que dava para ser processado.

Organizei minhas rotinas da manhã e da noite, bem como meus compromissos e coisas a fazer por semana, mês e semestre. Também organizei meu tempo com a internet, minha preparação para a OAB e minhas metas para o próximo semestre. Vou retomar com os projetos do One Bite at a Time (info aqui) e por enquanto é isso! Vamos ver como vai ser daqui para a frente.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Certezas e suas incertezas


Eu sempre fui uma pessoa muito indecisa quanto ao que desejo. Nunca soube dizer com clareza o que realmente quero para minha vida. Acho que a única coisa que eu afirmo realmente querer é cursar Psicologia. Desde os dez anos de idade, aproximadamente, que tenho essa vontade e nunca desisti dela. Já desisti de muitas outras.

Não que eu tenha desistido completamente de tudo e esteja sem nenhum objetivo na vida, mas são vontades que dão e passam. E depois voltam de novo. E entram em conflito com outras vontades. Então eu não sei mais o que fazer, fico desorientada, ansiosa, estressada e travo.

Simples assim: travo. Não consigo pensar, não consigo agir, não consigo fazer nada. Sempre foi assim.

E sabe qual é o melhor de tudo? É perceber que sempre podemos mudar, que podemos melhorar. Desde cedo me ensinaram isso, mas parecia ser algo intangível, sabe? Quando a gente percebe a mudança ocorrendo, é outra coisa.

Pela primeira vez na minha vida eu me sinto incapaz de reclamar de alguma coisa. Todas as coisas estão se encaixando, e eu sei que, se eu manter o foco, é apenas uma questão de tempo até meus grandes problemas se resolverem.

Eu também sei que problemas sempre surgem, mas hoje eu consigo ter esperança de que conseguirei resolvê-los de forma mais adequada do que no passado. Já me atrapalhei muito, já meti os pés pelas mãos diversas vezes. Os livros e as revistas desse post são um exemplo claro disso.

Minha vida poderia ter sido diferente em vários aspectos. Eu poderia ter feito escolhas diferentes, mas não me arrependo de nenhuma das que fiz. Todas elas foram necessárias para o que eu sou hoje. Eu não acredito em destino (aquela força imutável e que te arrasta sem que nada possa ser feito), mas sinto que todas as minhas experiências foram necessárias para me tornar a pessoa que sou e que pretendo ser.

Por ser uma pessoa muito teimosa, quando eu tomava uma decisão, eu a tinha como uma certeza absoluta, imutável. Esse tipo de atitude tem bastante orgulho no meio e se a gente não conserta isso por bem, conserta por mal. Um belo dia eu tive que aprender que as coisas não são tão certas assim. A vida sempre dá um jeito de nos mostrar que não somos os donos da verdade.

Eu precisei chegar ao fundo do poço para começar a rever todos os meus conceitos e atitudes. Como dizia uma professora minha, no fundo do poço existe água cristalina. Tudo o que eu tinha como certo teve que ser revisto. E olha, isso não é uma coisa fácil, não. Você ver todos os seus planos ruindo à sua frente como um castelo de cartas é bem desanimador.

Hoje eu percebo que não há como se ter certeza sobre muitas coisas, pois mudamos constantemente. O que para mim está sendo uma certeza no momento, pode não ser amanhã. No entanto, o que faz a diferença é como lidamos com a adversidade.

Um dia desses várias coisas deram errado e me bateu aquela desilusão já conhecida de longa data. Me tranquei no banheiro e desatei a chorar até que me veio o pensamento: "Peraí, o que estou fazendo? Se eu quero melhorar a situação eu tenho que fazer alguma coisa a respeito, eu tenho que ter atitude!". E sabe o que eu fiz em seguida? Enxuguei as lágrimas, lavei o rosto e fui correr atrás da solução.

Não é querendo me gabar, mas eu fiquei muito satisfeita com esse meu comportamento, pois percebi que realmente estou mudando. Eu não estou mais me deixando abater tanto pelas coisas de errado que acontecem. Creio que estou me tornando mais flexível e aprendendo a lidar com as incertezas das minhas certezas.

Resumindo, é tudo uma questão de atitude. Tem pessoas que só reclamam do quanto as coisas dão errado para elas, mas será que elas fazem alguma coisa para mudar isso? Se a gente mantém um mesmo padrão de comportamento, será que não é hora de mudá-lo?

E então, vamos mudar de atitude?


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Livros: o depois

Só pra mostrar como ficaram minhas prateleiras de livros depois da limpeza:




Rá! Que diferença hein? Além disso, não existem mais as pilhas monstras de revistas hehehe. Levei tudo para o sebo, consegui uma graninha e estou bem mais tranquila e feliz agora.

Destralhar é vida!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Chega de bagunça!

As pessoas sempre pensam que exagero quando falo que meu quarto é pequeno, apertado e bagunçado, mas não. Sim, eu sei que isso é muito feio, mas não adianta chorar pela bagunça feita e é sobre isso que vou falar hoje.


Dia 9 estarei viajando e, óbvio, preciso de dinheiro. Vou passar quinze dias fora e tenho pouco dinheiro para tanto. Além disso, estou com algumas parcelas do carro atrasadas e preciso pagar minha inscrição na prova da OAB (R$ 200,00!!).


Como eu já disse anteriormente, passei um período sem a função gratificada que recebia, e era ela quem pagava meu carro. Com isso, não consegui pagar as prestações nos respectivos vencimentos e se eu não conseguir mil reais até a semana que vem o banco vai entrar com uma ação de busca e apreensão do veículo. Não é necessário fazer Direito para saber que isso não é nada bom, não é mesmo?


Sábado eu recebi a visita ilustre do meu super amigo Jean e conversamos bastante sobre as coisas que estavam acontecendo na minha vida. Depois dessa conversa eu decidi que me livraria de todas as milhares de revistas que tenho no meu quarto e dos livros que não precisarei mais.


Unindo o útil (mais espaço) ao agradável (mais dinheiro), vou vender todas essas coisas que tenho espalhadas no sebo e ver o que consigo. Sei que não vou conseguir o dinheiro da parcela do carro, mas pelo menos já vou pagar minha inscrição para a prova da OAB e complementar a grana da viagem. O dinheiro do carro eu vou tentar conseguir emprestado com alguma alma caridosa.


Tirei fotos de parte do que tenho e olha só a quantidade de coisas:




Esse é o meu criado mudo. De baixo para cima: mangás, livro de estudo da doutrina espírita, GTD e Vade Mecum. Lá atrás estão meus livros de espanhol. Daqui, os mangás vão embora.



Essa é a minha prateleira com DVDs, CDs, livros espíritas e juvenis. Aqui já dá pra perceber alguma bagunça, com o meu fichário azul gritando ali no canto e uma pilha quase desmoronando com o meu A Tormenta de Espadas por cima. Tem também algumas revistas por ali e são elas que vão embora.



Essa é a minha prateleira de livros literários em geral e de livros jurídicos. Nela estão também minhas miniaturas em chumbo. Daqui eu vou tirar os livros jurídicos, com exceção dos cinco livros que estão mais a frente, pois estou usando-os na preparação para concursos.



Esse é o canto direito da minha mesa e já tem vários livros que eu tirei anteriormente. Lá atrás tem bastante revista também. Tudo isso vai pro sebo.



Aqui é o canto esquerdo da minha mesa com mais revistas. Na pilha de trás tem uma coleção de Direito Ambiental que me custou os olhos da cara. Essa coleção tem sete volumes (na foto só dá para ver três), eles são enormes e eu só usei o primeiro para fazer minha monografia. Os outros volumes ainda estão lacrados e sim, eu sei, foi uma grande besteira que eu fiz, mas pelo menos me auxiliou a terminar a monografia. Vai para a minha enorme lista de compras impensadas.



Sim, mais revistas. Quando estou sentada na minha mesa, elas ficam de costas pra mim, então não foi nenhum eufemismo falar que estou cercada por revistas. Na pilha da esquerda ainda tem alguns romances espíritas, mas como não pretendo relê-los, vão junto com as revistas.

E isso é só uma parte da bagunça toda. Ainda existem cinco caixas de mangás embaixo da minha cama, dos quais manterei apenas aqueles que são meus favoritos (acho que duas ou três coleções). No quarto do pânico (leia-se bagunça) ainda tem umas duas ou três pilhas de livros que para mim são inúteis e um curso de inglês da BBC que eu só abri o primeiro volume e não gostei. Todos os demais estão lacrados.

Ah, 70% das revistas ainda estão lacradas. 20% foram abertas, mas não foram lidas. Li apenas 10% delas. Considerando que tenho revistas com data de 2008, alguém acredita que vou dar conta de tudo?

Vou tentar fazer caber todas as essas coisas no carro amanhã. Tomara que eu consiga vender a um bom preço hehehe.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Algumas informações

Tenho algumas informações a passar.


1º) Eu terminei de ler o livro do David Allen sobre o GTD e percebi que já tinha falado praticamente tudo nos outros posts. Por isso não vou concluir da forma que estava planejando. Além do mais, o livro é muito bom e vale a pena ser lido. Recomendo a todos que o leiam!


2º) Tem muitas coisas acontecendo, meu dia está super corrido, mal estou tendo tempo para simplesmente parar um pouco e por isso as postagens escassearam. Vou tentar postar de duas a três vezes por semana, mas não tenho nada garantido, até mesmo porque semana que vem vou viajar e passarei quinze dias fora.


3º) Estou com muitas ideias para o blog e uma delas é deixá-lo mais pessoal. Quero mudar o nome e o layout, mas ainda não tive nenhuma ideia que prestasse hehehe. Por enquanto ele vai continuar do jeito que está e vou ver o que posso fazer com o decorrer do tempo. Como vou deixá-lo mais pessoal, vai ter alguns posts "desabafo" e outros posts "viajativos". Vamos ver no que vai dar!


Até mais!