Já tem alguns dias que eu venho planejando escrever sobre ansiedade aqui no blog. Achei que o post sairia hoje, mas depois de ler esse texto aqui, mudei de ideia e falarei sobre ansiedade outro dia.
Há um mês e meio atrás eu comecei a fazer karatê e parece que finalmente estou me encontrando. Amo praticar yoga, mas eu estava guardando emoções muito fortes dentro de mim e não estava conseguindo canalizá-las de forma adequada, então precisava de alguma atividade de maior impacto.
A cada treino, eu me sinto mais feliz e realizada. Parece que finalmente estou fazendo alguma coisa por mim. Eu sempre tomei minhas decisões pensando nas minhas obrigações, nos meus deveres. Tudo o que me agradava eu fui postergando e isso não me fez bem. Como eu não estava fazendo algo que realmente me deixasse feliz, eu compensava comprando coisas. Daí a montanha de dívidas que eu acumulei.
Juntando a frustração de não ter feito a graduação que queria, com o estresse do trabalho, com as dívidas e mais um monte de outros problemas, eu adoeci. Como eu já disse em outro post, surgiu uma alergia sem qualquer explicação e até hoje eu ainda não parei de ir em médicos e de fazer exames sem encontrar um diagnóstico conclusivo.
Para mim, a alergia foi um divisor de águas na minha vida. Digo isso porque em alguns momentos eu achei que eu ia morrer, e eu não falo isso brincando. Eu realmente me sentia sem qualquer energia. Quando eu conseguia ficar em pé, sentia minha força escorrendo pelos meus braços e pernas. Todos os dias ia parar no hospital, já estava com os braços roxos de tantas injeções e não havia melhora ou diagnóstico para o meu caso.
Isso tudo que aconteceu me levou a refletir sobre o que é realmente importante nessa vida. Olhando para trás, vejo que fiz questão de tanta coisa boba que às vezes fico até com vergonha de mim mesma; além disso, minhas prioridades eram totalmente materialistas.
Outra coisa que eu percebi foi que eu não tinha amigos. Na verdade, eu até tinha amigos, mas não tinha mais contato com eles. Assim, eu fiquei doente, quase morri e estava sozinha. Eu estava tão sem contato com meus amigos que eu sequer contei para alguém que estava doente. Quando eles souberam do meu problema, o pior já havia passado.
Essa é uma sensação que eu nunca vou esquecer: a solidão quando se está com o pé na cova. Como se não bastasse o sentimento de impotência diante da enfermidade, eu ainda estava sozinha. Não estava completamente sozinha porque tinha minha mãe e meu irmão, mas em boa parte do tempo eu não tinha ninguém.
Depois de bombardear meu corpo com corticóides e conseguir controlar um pouco a alergia, eu encontrei o karatê e em seguida mudei de setor no meu trabalho. Curioso que eu continuava empolando, mas depois que eu treinava a alergia sempre sumia. Prestei atenção nisso e acho que médico nenhum vai descobrir o que eu tenho, porque eu tenho quase certeza que a minha doença teve causa emocional.
Agora minha vida já voltou ao normal, inclusive as cobranças profissionais/familiares. Sei que preciso passar em outro concurso, pois eu preciso construir a minha vida independente da minha família. No entanto, essa necessidade não me desespera mais. Eu sei que vai chegar o dia em que eu estarei ocupando um cargo de nível superior e ninguém vai me tirar isso.
Eu agora estou aproveitando essa fase pós-doença para pensar bastante. Estou refletindo bem sobre as minhas prioridades, sobre o que eu quero da vida. São muitas perguntas e poucas respostas, mas sei que não estou parada no tempo.
Por isso, não procuro mais a perfeição, fazer tudo certinho, como deve ser. Estou dando um passo de cada vez, organizando várias coisas da minha vida. O engraçado é que tem gente que olha e pensa que não estou fazendo nada, mas minha mente não fica parada um segundo. Às vezes sinto até uma certa dificuldade para dormir.
Nesta semana farei o exame de faixa no karatê e a partir da semana que vem passarei a treinar quase todos os dias. Vai ficar muito corrido, mas eu gosto assim. Penso que a vida tem que ser corrida, tem que estar em constante movimento. Se for muito parada, a gente se acomoda e não faz mais nada. Eu já percebi que quando tenho mil coisas a fazer sou muito mais produtiva do que quando tenho poucas.
Vou continuar direcionando minha vida dessa forma e ver aonde vou chegar. Em algum lugar sei que chegarei. Se não for o que eu quero ou se tudo der errado, é só levantar a cabeça, mudar a direção e seguir em frente. A vida tá aí pra isso e parada é que eu não posso ficar.
domingo, 3 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
One Bite at a Time - Project #5
Projeto nº 5 - Planeje um menu semanal.
Planejar um menu semanal (ou mensal) significa que você vai separar um tempo para ver o que vai cozinhar para almoço ou jantar na semana.
A vantagem de fazer esse planejamento é poupar tempo, energia, dinheiro e dor de cabeça na hora de preparar as refeições.
A Tsh, autora dos projetos, faz uma lista de benefícios do planejamento do menu semanal:
Planejar um menu semanal (ou mensal) significa que você vai separar um tempo para ver o que vai cozinhar para almoço ou jantar na semana.
A vantagem de fazer esse planejamento é poupar tempo, energia, dinheiro e dor de cabeça na hora de preparar as refeições.
A Tsh, autora dos projetos, faz uma lista de benefícios do planejamento do menu semanal:
- Você pode fazer sua lista de compras baseada na escolha do menu;
- Você vai comprar apenas o que precisa;
- Você vai desperdiçar menos comida;
- Você vai saber com antecedência o que vai almoçar/jantar;
- Cozinhar vai se tornar mais prazeroso, porque você já vai ter em mãos tudo o que precisa;
- Você vai ter variedade no cardápio, uma vez que já vai ter tudo planejado;
- As refeições serão mais saudáveis, porque você não vai precisar comer fast-food;
- Também será mais barato, já que você sairá menos para comer, além de poder aproveitar as promoções dos mercados quando for fazer as compras.
É recomendável que o menu seja semanal, mas nada impede que ele seja quinzenal ou mensal. Ele, inclusive, pode ser quinzenal e se repetir na outra quinzena do mês. Eu só acho que fazer um planejamento superior ao mensal pode ser inviável, já que a vida está sempre mudando e muita coisa pode acontecer.
Uma sugestão é planejar o menu na agenda do google. Você pode colocar na descrição do evento na agenda a receita da refeição que deseja preparar e, se for o caso do menu quinzenal repetido para o mês, pode programar a repetição do mesmo prato em duas semanas.
Claro que nada é rígido, mas uma das principais vantagens que eu vejo no planejamento do menu é a segurança que dá no decorrer da semana, ao menos com relação à alimentação. Eu costumo tirar o domingo para fazer as minhas revisões e planejamentos semanais e aí também entra o planejamento do menu. Como a minha semana é bastante corrida, eu não preciso me preocupar com o que vou comer em cada dia porque já está tudo definido desde o domingo.
Depois que você se acostuma a fazer isso, fica até mais fácil fazer o planejamento financeiro das refeições mensais, já que você vai saber quanto está gastando por semana.
E vocês? Também fazem assim?
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
One Bite at a Time - Project #4
Projeto nº 4 - Estabeleça uma rotina noturna
Da mesma forma que a rotina matinal nos ajuda a ter um dia organizado e mais produtivo, a rotina noturna nos prepara para o dia seguinte e evita aquele caos que geralmente ocorre todos os dias de perder a hora e/ou mil coisas a fazer correndo para não chegar atrasado ao trabalho, por exemplo.
É justamente para isso que serve a rotina noturna: nos ajudar para o dia seguinte.
Para isso, basta fazer uma lista de pelo menos 5 coisas a fazer antes de dormir e que irão deixar a manhã mais tranquila. Desta forma, no dia seguinte você se sentirá grato por ter feito essas 5 coisas anteriormente.
Um exemplo de lista:
Da mesma forma que a rotina matinal nos ajuda a ter um dia organizado e mais produtivo, a rotina noturna nos prepara para o dia seguinte e evita aquele caos que geralmente ocorre todos os dias de perder a hora e/ou mil coisas a fazer correndo para não chegar atrasado ao trabalho, por exemplo.
É justamente para isso que serve a rotina noturna: nos ajudar para o dia seguinte.
Para isso, basta fazer uma lista de pelo menos 5 coisas a fazer antes de dormir e que irão deixar a manhã mais tranquila. Desta forma, no dia seguinte você se sentirá grato por ter feito essas 5 coisas anteriormente.
Um exemplo de lista:
- Tomar um banho
- Limpar a pia da cozinha
- Praticar yoga por alguns minutos ou fazer outros alongamentos
- Ler um livro
- Preparar o lanche do dia seguinte
- Separar as roupas que pretende usar no dia seguinte
- Revisar a agenda
- Preparar a lista de coisas a fazer no dia seguinte
- Fazer uma limpeza rápida de 15min em algum cômodo da casa
Uma sugestão é começar pelas atividades que exigem maior esforço e ir passando para as que exigem menos ou que até mesmo são relaxantes.
Depois de fazer sua lista, você deve segui-la religiosamente, cumprindo as tarefas todas as noites, até que se torne uma rotina.
Com o tempo, você vai perceber que nem vai mais precisar olhar para a lista para saber o que tem que fazer. Você já vai estar no piloto automático e não será mais preciso fazer esforço para cumpri-la.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
A falibilidade humana
“Tolerância é a consequência necessária da percepção de que somos pessoas falíveis: errar é humano, e estamos o tempo todo cometendo erros.” (Voltaire)
Um dos ditados mais antigos da humanidade é o de que errar é humano. Se escutamos isso desde a nossa infância, então por que até hoje temos imensa dificuldade em aceitar os nossos erros?
A cada dia torna-se mais comum encontrar pessoas com um sentimento de fracasso tão grande em seus corações que chegam até mesmo a se tornarem inertes perante as oportunidades da vida. Esse sentimento de fracasso tem origem no emprego perdido, no projeto mal sucedido, no concurso não aprovado etc.
Nessa vida de concurseira, persistência é um dos principais requisitos. Sempre há aqueles momentos de crise, em que o que mais se quer é chutar o balde e voltar a fazer as coisas que são prazerosas. Mas, como tudo nessa vida, a vontade vem e depois passa. E quando isso ocorre, vem o peso na consciência e o remorso por ter passado uma semana sem estudar, por exemplo. E se a pessoa não passar no próximo concurso, a culpa vai ser daquela semana em que ela se revoltou com tudo e não estudou.
Eu aqui me refiro a concurso porque é o que faz parte da minha realidade, mas isso se aplica a todas as áreas da nossa vida com as devidas adaptações.
Até um tempo atrás, era muito difícil para mim aceitar que tem dias em que eu realmente não consigo estudar e que isso é normal. Por mais cansada/estressada que eu estivesse, eu me forçava a continuar estudando, ainda que o estudo não rendesse nada. Surge, então, um círculo vicioso, porque se eu me forço a estudar nessas condições, o estudo não é proveitoso; assim, ou eu não vou aprender a matéria ou então não vou conseguir ver todo o conteúdo do edital; consequentemente, não vou ter um bom desempenho na prova e continuarei "levando bomba" nos concursos.
A duras penas eu aprendi que o importante não é estudar cinco horas por dia. Aliás, até que é importante, mas não é o mais importante. Em se tratando de concursos públicos, o mais importante é a habitualidade. Precisamos estudar todos os dias, ainda que seja pouco, para manter a mente focada no objetivo constantemente. Mas mais importante: precisamos ter os nossos momentos de satisfação pessoal.
Se nós ficarmos vivendo somente em função do dever, da obrigação, realmente nos tornaremos pessoas frustradas e amarguradas. A vida perderá toda a beleza e os dias se arrastarão um após o outro, sem qualquer alegria.
Em tudo o que vamos fazer, precisamos zelar pela nossa saúde mental, pois uma mente desequilibrada não consegue fazer nada direito.
De fato, é preciso estudar muito para um concurso. Mas não adianta nos matarmos de estudar por uma semana e passar duas de cama porque ficamos doentes em razão do estresse. Sofremos nós e aqueles que estão à nossa volta e nos querem bem.
Não podemos nos esquecer da nossa humanidade e das nossas relações tão cuidadosamente construídas no decorrer do tempo. Temos família, temos amigos, temos colegas. Uma mente sã é fundamental para a manutenção desses relacionamentos. Quem aqui nunca desgastou um relacionamento (qualquer que seja ele) porque estava estressado(a) e acabou sendo um tanto mais ríspido(a)?
Como lidar com tudo isso?
Tolerância e paciência, minha gente. Tolerância para aceitar nossos erros, fracassos, reprovações etc. Paciência para saber esperar a nossa hora e saber que para tudo há o momento certo. Há o momento de estudar e há o momento de lazer. A chave é o equilíbrio.
Já percebeu como nós somos a causa do nosso próprio sofrimento? Se nos aceitamos como somos, não sofremos. Pelo contrário, aceitando-nos, somos capazes de ver em que podemos melhorar e agir nesse sentido. Com essa mudança de postura, só temos a ganhar, pois seremos capazes de corrigir o que erramos e progredir.
Daí é só uma questão de tempo. Sendo pacientes e trabalhando no que for possível, respeitando os nossos limites, em breve o que é nosso chegará. Vamos fazer a nossa parte e parar de sofrer por antecipação.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Hábito do mês: dormir mais cedo
Estava eu lendo os feeds dos blogs que sigo, quando me deparei com esse post da Rita. De repente eu travei e comecei a me perguntar por quê eu também não consigo organizar completamente a minha vida.
Sinto como se sempre existisse algo me segurando, me impedindo de seguir em frente. Tem algo me boicotando dentro de mim. Estranho?
Decidi então seguir a filosofia do Jack e ir por partes. Para começar, vou passar a dormir mais cedo. Vou colocar meu despertador para 23h e assim eu saberei que devo começar a me preparar para dormir.
O meu grande problema é que eu começo a fazer minhas coisas e não quero parar. Quero fazer tudo em um dia só e como eu não consigo estou sempre com o sentimento de frustração, o que não é bom. Ou então quando estou muito cansada quero deixar tudo para depois e meus compromissos viram uma bola de neve eternar.
Como eutento acordar acordo 5h da manhã para praticar yoga, preciso dormir mais cedo para me sentir melhor durante o dia e até mesmo ter disposição para sair da cama assim que o despertador toca. Pelo menos eu já comecei a semana bem. Hoje eu consegui acordar 5h15 e fiz uma aula de yoga.
Sei que estou indo dormir um pouco mais tarde, mas é que eu quis escrever aqui e compartilhar o link da Rita, que para mim foi bastante inspirador. E já que eu tenho que dormir mais cedo, boa noite e até a próxima! ;)
Sinto como se sempre existisse algo me segurando, me impedindo de seguir em frente. Tem algo me boicotando dentro de mim. Estranho?
Decidi então seguir a filosofia do Jack e ir por partes. Para começar, vou passar a dormir mais cedo. Vou colocar meu despertador para 23h e assim eu saberei que devo começar a me preparar para dormir.
O meu grande problema é que eu começo a fazer minhas coisas e não quero parar. Quero fazer tudo em um dia só e como eu não consigo estou sempre com o sentimento de frustração, o que não é bom. Ou então quando estou muito cansada quero deixar tudo para depois e meus compromissos viram uma bola de neve eternar.
Como eu
Sei que estou indo dormir um pouco mais tarde, mas é que eu quis escrever aqui e compartilhar o link da Rita, que para mim foi bastante inspirador. E já que eu tenho que dormir mais cedo, boa noite e até a próxima! ;)
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
Meditação de Bom Dia!
Meditação rápida, de 5 minutos, para fazer pela manhã, bem cedinho.
Bom para quem quer meditar, mas ainda não encontrou uma forma de como fazer, e também para quem nunca praticou e quer começar a praticar.
Adorei fazê-la hoje pela manhã e pretendo continuar fazendo.
Vi aqui.
Bom para quem quer meditar, mas ainda não encontrou uma forma de como fazer, e também para quem nunca praticou e quer começar a praticar.
Adorei fazê-la hoje pela manhã e pretendo continuar fazendo.
Vi aqui.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Decorando com pallets
Aqui em casa estamos querendo montar a sala em um estilo rústico, utilizando pallets. O bom é que é algo barato e fácil de arranjar, além de ficar muito legal quando bem trabalhado. Pela internet (Facebook e Pinterest) encontrei algumas inspirações, olha só:
Como mesas/escrivaninhas...
Como mesinhas de centro...
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| Fonte: Facebook |
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| Fonte: Facebook |
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| Fonte: Facebook |
Como mesas/escrivaninhas...
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| Fonte: Facebook |
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| Fonte: Pinterest |
Como mural decorativo...
Como sofá...
O bom de pesquisar essas imagens pela internet é usá-las como inspiração, fazendo adaptações ao estilo de cada um e até mesmo alterando alguns detalhes.
No caso do sofá, por exemplo, pode-se fazer várias capas e ir trocando de acordo com a inspiração do momento, o que acaba com o tédio de ser sempre o mesmo sofá, na mesma cor, do mesmo jeito, não é mesmo? Imagina colocar várias almofadas coloridas, um arranjo de flores bem bonito na mesinha de centro e abrir as janelas para deixar o sol entrar... Não tem como não se sentir bem em um ambiente desses!
Se deixar eu vou decorar minha casa inteira assim hehehe...
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| Fonte: Pinterest |
Como sofá...
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| Fonte: Pinterest |
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| Fonte: Facebook |
O bom de pesquisar essas imagens pela internet é usá-las como inspiração, fazendo adaptações ao estilo de cada um e até mesmo alterando alguns detalhes.
No caso do sofá, por exemplo, pode-se fazer várias capas e ir trocando de acordo com a inspiração do momento, o que acaba com o tédio de ser sempre o mesmo sofá, na mesma cor, do mesmo jeito, não é mesmo? Imagina colocar várias almofadas coloridas, um arranjo de flores bem bonito na mesinha de centro e abrir as janelas para deixar o sol entrar... Não tem como não se sentir bem em um ambiente desses!
Se deixar eu vou decorar minha casa inteira assim hehehe...
segunda-feira, 20 de maio de 2013
A minha pele
Uma das coisas que eu mais pensava quando estava no ponto crítico da alergia era que talvez ela tivesse surgido para me ajudar a vencer um hábito muito feio: estourar as bolinhas da minha pele.
As glândulas sebáceas do meu corpo produzem muita gordura e essa gordura vai se acumulando na pele, formando bolinhas. Quando eu tinha aproximadamente 9 anos de idade, meu pai deu abrilhante ideia de estourá-las, assim elas diminuiriam.
O problema foi que elas não diminuiram, só aumentaram, mas quando eu percebi isso já era tarde demais: eu estava viciada em estourar bolinhas. Não culpo meu pai pelo meu vício, pois sei que se eu realmente quisesse, eu conseguiria parar. Apesar de ele ter dado o pontapé inicial, a escolha em continuar foi minha.
15 anos se passaram e eu ainda continuava estourando bolinhas. Perdi as contas de quantas vezes tentei parar, usando os métodos mais absurdos, sem sucesso. Simplesmente eu não conseguia. Por vezes eu sequer me dava conta de que estava estourando as bolinhas, só percebendo quando a pele começava a arder por estar toda machucada.
Como se não bastassem os danos físicos/estéticos, estourar bolinhas era um dos meus maiores vampiros de tempo. Eu começava a estourar e não parava mais. Ficava horas fazendo isso.
Então veio a alergia e minha pele ficou intocável. Por 15 dias eu mal pude encostar na minha pele e agora que estou melhorando, estou vendo minha pele como nunca a vi antes: lisa, macia, uniforme. Estou me sentindo tão bem com a minha pele que mal caibo em mim de tanta felicidade. Poder ser tocada sem ter medo do que as pessoas vão falar; não ter mais medo/vergonha de ouvir a pergunta "é contagioso?".
Hoje eu posso dizer que sou grata à alergia por ela ter aparecido, pois me ajudou a manter o controle para não mexer na minha pele, além de ter me colocado para pensar em várias coisas que realmente são as que importam.
É por isso que dizem que há males que vêm para o bem, não é mesmo? =)
As glândulas sebáceas do meu corpo produzem muita gordura e essa gordura vai se acumulando na pele, formando bolinhas. Quando eu tinha aproximadamente 9 anos de idade, meu pai deu a
O problema foi que elas não diminuiram, só aumentaram, mas quando eu percebi isso já era tarde demais: eu estava viciada em estourar bolinhas. Não culpo meu pai pelo meu vício, pois sei que se eu realmente quisesse, eu conseguiria parar. Apesar de ele ter dado o pontapé inicial, a escolha em continuar foi minha.
15 anos se passaram e eu ainda continuava estourando bolinhas. Perdi as contas de quantas vezes tentei parar, usando os métodos mais absurdos, sem sucesso. Simplesmente eu não conseguia. Por vezes eu sequer me dava conta de que estava estourando as bolinhas, só percebendo quando a pele começava a arder por estar toda machucada.
Como se não bastassem os danos físicos/estéticos, estourar bolinhas era um dos meus maiores vampiros de tempo. Eu começava a estourar e não parava mais. Ficava horas fazendo isso.
Então veio a alergia e minha pele ficou intocável. Por 15 dias eu mal pude encostar na minha pele e agora que estou melhorando, estou vendo minha pele como nunca a vi antes: lisa, macia, uniforme. Estou me sentindo tão bem com a minha pele que mal caibo em mim de tanta felicidade. Poder ser tocada sem ter medo do que as pessoas vão falar; não ter mais medo/vergonha de ouvir a pergunta "é contagioso?".
Hoje eu posso dizer que sou grata à alergia por ela ter aparecido, pois me ajudou a manter o controle para não mexer na minha pele, além de ter me colocado para pensar em várias coisas que realmente são as que importam.
É por isso que dizem que há males que vêm para o bem, não é mesmo? =)
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
A maledicência
Hoje escutei comentários sobre uma amiga estar se relacionando com um homem casado, ambos do mesmo ambiente profissional. Primeiramente, o comentário me causou nojo, pois fiquei me perguntando se o simples fato de duas pessoas se darem bem em qualquer lugar que seja é o suficiente para dar início a um relacionamento amoroso/sexual, ainda mais quando uma das pessoas envolvidas é casada.
Em seguida, minha paciência encurtada pela alergia se esgotou, pois qual seria a finalidade de se fazer esse tipo de comentário? O que alguém tem a ver com isso? A vida é de quem? Qual a utilidade prática de se falar da vida alheia?
A sorte é que a pessoa que veio me fazer o comentário é alguém com quem tenho intimidade e pude externar esse meu pensamento. Ela me respondeu: "Só estou comentando". E eu respondi de volta: "Então não comente".
Todo mundo conhece a velha história das três peneiras atribuída a Sócrates. Se não temos certeza de um fato ser verdadeiro, bondoso ou de sua real necessidade, não devemos então envenenar o ambiente com comentários desnecessários.
Para termos uma vida equilibrada, devemos ter pensamentos equilibrados. Ninguém muda do dia para a noite, mas ao perceber onde falhamos podemos corrigir. É com o esforço diário e vigilância constante que conseguiremos nos modificar e, em consequência, modificar o ambiente à nossa volta. Vamos zelar por um ambiente sadio e bondoso.
Em seguida, minha paciência encurtada pela alergia se esgotou, pois qual seria a finalidade de se fazer esse tipo de comentário? O que alguém tem a ver com isso? A vida é de quem? Qual a utilidade prática de se falar da vida alheia?
A sorte é que a pessoa que veio me fazer o comentário é alguém com quem tenho intimidade e pude externar esse meu pensamento. Ela me respondeu: "Só estou comentando". E eu respondi de volta: "Então não comente".
Todo mundo conhece a velha história das três peneiras atribuída a Sócrates. Se não temos certeza de um fato ser verdadeiro, bondoso ou de sua real necessidade, não devemos então envenenar o ambiente com comentários desnecessários.
Para termos uma vida equilibrada, devemos ter pensamentos equilibrados. Ninguém muda do dia para a noite, mas ao perceber onde falhamos podemos corrigir. É com o esforço diário e vigilância constante que conseguiremos nos modificar e, em consequência, modificar o ambiente à nossa volta. Vamos zelar por um ambiente sadio e bondoso.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Dinheiro não é a solução para os seus problemas
Sempre que alguém perguntava para mim se eu estava precisando de alguma coisa eu respondia em tom de brincadeira: "Dinheiro!". Sim, eu realmente precisava (e preciso) de dinheiro, mas até hoje não tinha percebido o quanto isso era forte em mim.
A alergologista me passou dois medicamentos, sendo que um deles eu tinha que tomar logo e era justo o que eu não estava encontrando nas farmácias. Como eu passei a manhã toda no consultório dela, não comi nada e tinha bebido pouca água. Estava muito cansada e já tinha ido em umas 5 farmácias. Decidi voltar para casa, tomar um banho, almoçar, para então ir em busca do remédio.
No entanto, uma amiga minha veio deixar na minha casa uma documentação que eu havia pedido e quando ela viu a situação em que eu estava se ofereceu para buscar o remédio. Meia hora depois ela me mandou uma mensagem dizendo que tinha encontrado e perguntou se eu não estava precisando de mais alguma coisa. Meu primeiro pensamento (e a resposta que eu dei) foi "Saúde!".
Pode parecer bobagem, mas isso me fez pensar no que eu carrego como importante para mim. Quer dizer então que eu só precisava de dinheiro? Então foi mesmo necessário que uma doença viesse para me mostrar que eu tinha (e tenho) tudo o que eu preciso para viver bem.
Não tenho luxo, mas tenho minha família, tenho uma casa, tenho um carro que ainda batido cumpre bem o seu papel como meio de locomoção. Comida em casa não falta, roupas tenho em quantidade suficiente para 1 mês. Tenho tantas coisas para ler e estudar que a preocupação é a falta de espaço adequado para armazená-las.
Mas mais importante que isso, estou inteira. Sim, estou doente, mas estou inteira. Tenho um corpo íntegro, sem falhas, sem deficiências. Um corpo que não me limita, que nunca me deu trabalho, mas que eu abusei e agora está me fazendo olhar para ele com um carinho especial.
Foi preciso a enfermidade para eu ver o quanto eu era feliz e aprender a valorizar mais o que eu tenho de realmente importante.
A alergologista me passou dois medicamentos, sendo que um deles eu tinha que tomar logo e era justo o que eu não estava encontrando nas farmácias. Como eu passei a manhã toda no consultório dela, não comi nada e tinha bebido pouca água. Estava muito cansada e já tinha ido em umas 5 farmácias. Decidi voltar para casa, tomar um banho, almoçar, para então ir em busca do remédio.
No entanto, uma amiga minha veio deixar na minha casa uma documentação que eu havia pedido e quando ela viu a situação em que eu estava se ofereceu para buscar o remédio. Meia hora depois ela me mandou uma mensagem dizendo que tinha encontrado e perguntou se eu não estava precisando de mais alguma coisa. Meu primeiro pensamento (e a resposta que eu dei) foi "Saúde!".
Pode parecer bobagem, mas isso me fez pensar no que eu carrego como importante para mim. Quer dizer então que eu só precisava de dinheiro? Então foi mesmo necessário que uma doença viesse para me mostrar que eu tinha (e tenho) tudo o que eu preciso para viver bem.
Não tenho luxo, mas tenho minha família, tenho uma casa, tenho um carro que ainda batido cumpre bem o seu papel como meio de locomoção. Comida em casa não falta, roupas tenho em quantidade suficiente para 1 mês. Tenho tantas coisas para ler e estudar que a preocupação é a falta de espaço adequado para armazená-las.
Mas mais importante que isso, estou inteira. Sim, estou doente, mas estou inteira. Tenho um corpo íntegro, sem falhas, sem deficiências. Um corpo que não me limita, que nunca me deu trabalho, mas que eu abusei e agora está me fazendo olhar para ele com um carinho especial.
Foi preciso a enfermidade para eu ver o quanto eu era feliz e aprender a valorizar mais o que eu tenho de realmente importante.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
10º Dia
Há dez dias começou a surgir em mim uma alergia de pele. Há dez dias bombardeio meu corpo com remédios, sem ver resultado. Há dez dias não durmo direito e isso tem feito eu pensar sobre várias coisas...
Nunca tive problemas alérgicos na vida. Na verdade, nunca tive alguma doença física realmente séria, exceto pela depressão de 2011-2012. Sempre tive consciência de que deveria cuidar do meu corpo visando saúde de fato, e não apenas conquistar um corpinho bonito. Mas alimentação e exercícios não são o bastante. Precisamos também cuidar da mente e do espírito.
Sexta-feira (10/05) acordei e estava irreconhecível. Rosto completamente inchado e vermelho. Meu olho direito estava quase fechado. Meus lábios pareciam os da Angelina Jolie. Corri para o hospital, pela terceira vez na semana. Novamente injeções e remédios. Desinchei um pouco, voltei para casa. A médica disse que minha alergia era resistente. Estou percebendo.
Ao que parece, ela surgiu em virtude da dedetização do prédio onde trabalho. Comecei a sentir os sintomas na segunda, mas continuei trabalhando até a quarta e aí está o ponto de partida das minhas reflexões.
Sou servidora pública estável, mas possuo o acréscimo de uma função gratificada de secretária de juiz, o que me dá um aumento de aproximadamente 30% no meu salário. É essa função que paga meu carro de durex (sim, até hoje não o consertei, e ainda o bati novamente em outubro/2012) e é essa função quem me envelheceu.
Tenho 23 anos e me sinto com 35. Várias pessoas falam que eu me comporto como uma velha. Mas como poderia ser diferente se por dentro eu realmente envelheci?
Já não me lembro mais quando foi a última vez em que parei para fazer algo que eu realmente goste e com habitualidade. Não que eu não tenha me divertido nos últimos 3 anos, mas os momentos de diversão se tornaram bem escassos.
Nunca me ensinaram a lidar de verdade com dinheiro, então fiz muitos gastos completamente desnecessários, contraindo, assim, muitas dívidas. Até hoje não paguei metade do que devo aos outros e ainda há meu carro para consertar. Desta forma, manter-me na função de secretária é importantíssimo para mim.
Minha jornada de trabalho é de 8h diárias, mas eu nunca fico "só" isso. Não esqueço de certa sexta-feira em que saí do fórum às 22h, entrei no carro e desatei a chorar de tanto estresse. O trabalho nunca diminui e o chefe não entende que eu sou apenas uma para cuidar de várias atividades. Para me manter na função, passei a fazer muitas horas extras, saindo sempre tarde e indo trabalhar em feriados e finais de semana. Ano passado eu não tive feriado de Finados.
E aí de repente vem a doença e eu ainda quis brigar com ela, trabalhando mais dois dias depois de ela aparecer. No segundo dia o médico me deu um atestado e ainda assim eu fui trabalhar no dia seguinte. Então minha garganta começou a fechar e eu realmente precisei parar.
Foi aí que me perguntei até que ponto todo esse desgaste profissional está valendo a pena. Mas não era apenas o trabalho que estava me desgastando, a minha rotina como um todo era desgastante. Parei de praticar exercícios físicos e parei de ir aos médicos fazer minhas consultas de rotina. Ou eu estava no trabalho, ou eu estava em casa. Se eu estava em casa, ou estava ocupada com afazeres domésticos ou estava estudando. Minhas noites de sono duravam de 4 a 5 horas. 6 horas de sono na noite era luxo. Como não adoecer?
Eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu adoeceria, mas eu esperava que fosse mais tarde. Eu esperava poder organizar minha situação financeira, passar em outro concurso, para finalmente cuidar de mim. Agora tudo está diferente, tenho medo. A cada dia aparece uma coisa nova em mim e toda vez que eu penso que estou melhorando, de repente começo a piorar. Hoje foi o estômago.
Nunca tive problemas com meu estômago e hoje ele gritou comigo. Que tormento, meu Deus! Não aguento mais hospital, injeções, remédios, pessoas me enchendo de perguntas como se eu já não tivesse o bastante para pensar!
Poxa, eu trabalhava, estudava. Eu dormia e acordava bem, saudável, com considerável disposição. Agora eu não durmo, mal consigo me alimentar sem passar mal em seguida, sinto dores, coceiras intermináveis, meu corpo está vermelho e inchado e eu não consigo fazer mais nada.
Agora à noite me deu uma tremedeira no braço direito que eu nem conseguia colocar a mão no trackpad do notebook sem ficar clicando indefinidamente no mesmo lugar.
Amanhã será a tão aguardada consulta à alergologista. Espero que ela consiga descobrir o que eu tenho e me dar uma luz, porque estou me sentindo perdida.
Nunca tive problemas alérgicos na vida. Na verdade, nunca tive alguma doença física realmente séria, exceto pela depressão de 2011-2012. Sempre tive consciência de que deveria cuidar do meu corpo visando saúde de fato, e não apenas conquistar um corpinho bonito. Mas alimentação e exercícios não são o bastante. Precisamos também cuidar da mente e do espírito.
Sexta-feira (10/05) acordei e estava irreconhecível. Rosto completamente inchado e vermelho. Meu olho direito estava quase fechado. Meus lábios pareciam os da Angelina Jolie. Corri para o hospital, pela terceira vez na semana. Novamente injeções e remédios. Desinchei um pouco, voltei para casa. A médica disse que minha alergia era resistente. Estou percebendo.
Ao que parece, ela surgiu em virtude da dedetização do prédio onde trabalho. Comecei a sentir os sintomas na segunda, mas continuei trabalhando até a quarta e aí está o ponto de partida das minhas reflexões.
Sou servidora pública estável, mas possuo o acréscimo de uma função gratificada de secretária de juiz, o que me dá um aumento de aproximadamente 30% no meu salário. É essa função que paga meu carro de durex (sim, até hoje não o consertei, e ainda o bati novamente em outubro/2012) e é essa função quem me envelheceu.
Tenho 23 anos e me sinto com 35. Várias pessoas falam que eu me comporto como uma velha. Mas como poderia ser diferente se por dentro eu realmente envelheci?
Já não me lembro mais quando foi a última vez em que parei para fazer algo que eu realmente goste e com habitualidade. Não que eu não tenha me divertido nos últimos 3 anos, mas os momentos de diversão se tornaram bem escassos.
Nunca me ensinaram a lidar de verdade com dinheiro, então fiz muitos gastos completamente desnecessários, contraindo, assim, muitas dívidas. Até hoje não paguei metade do que devo aos outros e ainda há meu carro para consertar. Desta forma, manter-me na função de secretária é importantíssimo para mim.
Minha jornada de trabalho é de 8h diárias, mas eu nunca fico "só" isso. Não esqueço de certa sexta-feira em que saí do fórum às 22h, entrei no carro e desatei a chorar de tanto estresse. O trabalho nunca diminui e o chefe não entende que eu sou apenas uma para cuidar de várias atividades. Para me manter na função, passei a fazer muitas horas extras, saindo sempre tarde e indo trabalhar em feriados e finais de semana. Ano passado eu não tive feriado de Finados.
E aí de repente vem a doença e eu ainda quis brigar com ela, trabalhando mais dois dias depois de ela aparecer. No segundo dia o médico me deu um atestado e ainda assim eu fui trabalhar no dia seguinte. Então minha garganta começou a fechar e eu realmente precisei parar.
Foi aí que me perguntei até que ponto todo esse desgaste profissional está valendo a pena. Mas não era apenas o trabalho que estava me desgastando, a minha rotina como um todo era desgastante. Parei de praticar exercícios físicos e parei de ir aos médicos fazer minhas consultas de rotina. Ou eu estava no trabalho, ou eu estava em casa. Se eu estava em casa, ou estava ocupada com afazeres domésticos ou estava estudando. Minhas noites de sono duravam de 4 a 5 horas. 6 horas de sono na noite era luxo. Como não adoecer?
Eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu adoeceria, mas eu esperava que fosse mais tarde. Eu esperava poder organizar minha situação financeira, passar em outro concurso, para finalmente cuidar de mim. Agora tudo está diferente, tenho medo. A cada dia aparece uma coisa nova em mim e toda vez que eu penso que estou melhorando, de repente começo a piorar. Hoje foi o estômago.
Nunca tive problemas com meu estômago e hoje ele gritou comigo. Que tormento, meu Deus! Não aguento mais hospital, injeções, remédios, pessoas me enchendo de perguntas como se eu já não tivesse o bastante para pensar!
Poxa, eu trabalhava, estudava. Eu dormia e acordava bem, saudável, com considerável disposição. Agora eu não durmo, mal consigo me alimentar sem passar mal em seguida, sinto dores, coceiras intermináveis, meu corpo está vermelho e inchado e eu não consigo fazer mais nada.
Agora à noite me deu uma tremedeira no braço direito que eu nem conseguia colocar a mão no trackpad do notebook sem ficar clicando indefinidamente no mesmo lugar.
Amanhã será a tão aguardada consulta à alergologista. Espero que ela consiga descobrir o que eu tenho e me dar uma luz, porque estou me sentindo perdida.
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