domingo, 1 de julho de 2012

Bali


Finalizando o livro, a autora foi para esse lugar horroroso chamado Bali.


Essa é a parte mais mamão com açúcar do livro. É uma parte interessante, em razão da busca pelo equilíbrio entre prazer e devoção, mas é o típico final feliz de uma comédia romântica.


Não marquei muita coisa nessa parte, mas ela é legal. Vale pela conclusão da história.


Vamos às marcações:


"Estou sempre me lembrando de um dos ensinamentos da minha Guru sobre felicidade. Ela diz que as pessoas tendem a pensar universalmente que a felicidade é um golpe de sorte, algo que talvez lhe aconteça se você tiver sorte suficiente, como o tempo bom. Mas não é assim que a felicidade funciona. A felicidade é consequência de um esforço pessoal. Você luta por ela, faz força para obtê-la, insiste nela, e algumas vezes viaja o mundo à sua procura. Você precisa participar o tempo todo das manifestações de suas próprias bênçãos. E, uma vez alcançado um estado de felicidade, nunca deve relaxar em sua manutenção, deve fazer um esforço sobre-humano para continuar para sempre nadando contra a corrente rumo a essa felicidade, para permanecer flutuando em cima dela. Se não fizer isso, seu contentamento interno irá se esvair. É muito fácil rezar quando se está passando por um momento difícil, mas continuar a rezar mesmo quando a sua crise já passou é como um processo de selamento, que ajuda sua alma a se aferrar às coisas boas que conquistou".

"Perder o equilíbrio às vezes por amor faz parte de uma vida equilibrada".

E que venha julho!

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